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Pintura Realista
Postado por em ago 12, 2009 sob as tags Arte, Featured Articles | 10 comments
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Hoje meu amigo Matheus Nani Costa me mandou dois links daqueles que fazem seu rendimento no trabalho diminuir, de tão bons. Sabe quando você fica tão impressionado que não consegue se concentrar? Os links são os portfolios dos artistas plásticos David Jon Kassan e Alyssa Monks. Ambos fazem retratos hiper-realistas com tinta óleo.

 

Depois que vi as imagens, fiquei pensando na conversa que tive com um amigo há tempos atrás. Estavamos falando de como a ciência nivela a arte e vice-versa. Por exemplo, os quadros Naturalistas são hiper-realistas também. Na época, era a forma que as pessoas e histórias eram retratadas. Com o surgimento de outras formas como ilustração e fotografia, muitos artistas sentiram a necessidade de se expressar de outra maneira. Talvez dessa inquietação tenha surgido movimentos artísticos como expressionismo.

E na sua opinião. Você acha estas obras geniais ou acha que para fazer assim é melhor tirar uma foto? Comentem.

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Alyssa Monks

 

Alyssa Monks

 

Alyssa Monks

 

Alyssa Monks

 

Alyssa Monks

 

David Jon Kassan

 

David Jon Kassan

 

David Jon Kassan

 

David Jon Kassan

 

 




Sobre o autor

Tiago Pimentel

Estudei design gráfico na EPA e por uma ironia do destino, me tornei diretor de arte digital. Também sou ilustrador e músico, trabalho na Jazz Digital e sou adicto a links interessantes e todas as coisas boas da vida: fotografia, moda, cinema, viagens, arte, cultura, internet. Além disso dedico meu tempo livre às artes plásticas. Entre em contatos através das redes sociais, Facebook, Twitter, etc. Os links estão no MeAdiciona: www.meadiciona.com.br/tiagopimentel

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10 Respostaspara ““Pintura Realista”

  1. A percepção de padrões é um recurso que prescinde de palavras. Nós artistas não precisamos necessariamente compreender um padrão visual, ou saber por que gostamos mais de um padrão do que do outro. Sabe-se por experiência que mesmo o mais fragmentado pressentimento pode produzir algo que valha a pena. A percepção de padrões é essencialmente não verbal, mas você pode desenvolvê-la fazendo um jogo verbal chamado qual o padrão, por exemplo: avisto da minha janela – uma colina distante cheia de arvores e casas, uma mais visível, com uma janela, duas portas, com uma faixa de terra mais brilhante ao fundo e um gramado na frente onde o sol também incide. A palavra de sua descrição às vezes pode ser desajeitada, mas não se preocupe com a gramática. Um aspecto sutil na pintura e dos mais importantes, por exercer, sem dúvida, forte influência na fluência da leitura de uma obra é o trabalho elaborado com as massas. Essa pode ser complexa ou trivial.
    A frase “um retângulo central escuro com pequenos claros e escuros irregulares no topo e linhas curvas escuras abaixo entre um fundo em tom médio, descreve uma mesa com um livro em cima”. Mesmo uma frase sobrecarregada como essa pode ajuda-lo a organizar o que vê.
    Ao começar registrar uma forma pense quanto de luz e seu posicionamento, dessa forma você pode ordenar a interação sensível entre incidência de luz e os vários planos do seu assunto. A aparência é transportada pelo tipo de contorno ou borda que pode ser forte ou suave ( veja o livro I – O olhar mais próximo – As chaves à percepção); esses contornos podem determinar o ritmo do fluxo das massas.
    Os contornos ou bordas claramente definido chamamos de CONTORNOS FORTES; podem ser expressos por linhas, ou por meio de tons. Geralmente se encontra no limite da forma.
    A qualidade das bordas ou contorno nos encanta nos trabalhos tonais, logicamente depende da habilidade de manejar duas técnicas. Contorno forte não quer dizer que é só onde duas formas se encontram como também o lado bem marcado onde denota término. CONTORNOS SUAVES são limites imprecisos, mesclados, sem contrastes (ou pouco), passa suavemente do limite da luz para a sombra. Denota continuidade.
    Como no caso da colina distante, poderia ser descrito: ama massa maior escura com outras pequenas massas médias (contorno suave) e outras mais claras, uma massa ou forma em destaque (contorno forte) com três pequenas áreas de padrões similares e essa massa em destaque se encontra espremidas entre duas formas claras.
    Como você viu há muitas combinações insólitas de forma e de valor que podem estimular nossa percepção de padrões, desde que se esteja predisposto ou inspirado para isso.
    Sabendo trabalhar com esse elemento técnico, através da seqüência tonal escuro, médio e alto como suporte para uma segunda etapa, fazer as transições entre um valor e outro e suas devidas temperaturas: mais quente frio e em relação a qual cor, dessa forma podemos criar a ilusão de profundidade e movimento.
    Pense nesses conceitos , tenho certeza que te ajudará a montar o quebre cabeças.
    então o que tem haver foto e pintura relista? Nada pois uma coisa é uma coisa,outra coisa é outra coisa .Um abraço

  2. pra não esquecer visitem meu blog para entender um pouca mais dessa fantáste ARTE REALISTA : jgentilpereira.blogspot.com
    Até mais

  3. Todos esses trabalhos estão maravilhosos. Parabéns pela dinâmica.

  4. Caro J. Gentil

    Concordo em genero número e grau com o que disse, porém acho que alguém que não tenha naturalidade com o vocabulário que usou fique … como dizer?… boiando.
    É bem comum o observador de arte realista comparar o trabalho com uma foto,e um dos motivos é que o mundo atual está acostumado com fast food… coisas rápidas e fáceis (e geralmente não muito profundas).
    Mesmo a arte hiperrealista (que devo confessar não gosto muito) tem mais do que apenas semelhança com o que foi retratado.

  5. Chega a ser inacreditável admitir que estes trabalhos são pinturas. São artistas que atingiram o máximo da técnica na qual trabalham.
    Penso que a arte realista e a fotografia ocupam lugares diferentes no campo da arte e não precisam competir entre si e os bons profissionais merecem nosso respeito e admiração.

    Sérgio Cioglia

  6. Seria muita ignorância dizer que é melhor uma fotografia a estas artes. Cada uma ocupa seu seu próprio espaço, tendo seu próprio estilo e qualidade.

    Como web designer, esse mundo mágico que é o design me encanta, assim, também sou fissurado em artes. E, realmente, toda vez que olho para esses trabalhos me sinto muito feliz por saber que tais artistas conseguiram chegar a esse nível.

    Parabéns pelo post.
    Grande abraço! ;D

  7. Elio disse:

    Mentira que isso é pintura…
    :-O
    Esse cara é bom, hein!

  8. Caro Alexandre Greghi é um prazer poder me reportar a seu comentério.
    A psicologia costuma definir a inteligência por sua função, considerando-a uma atividade de adaptação ao ambiente, através do estabelecimento de relações entre meios e fins para a solução de um problema ou de uma dificuldade. Essa definição concebe, portanto, a inteligência como uma atividade eminentemente prática e a distingue de duas outras que também possuem finalidade adaptativa e relacionam meios e fins: o instinto e o hábito.

    A necessidade do método

    A palavra método vem do grego, methodos, composta de meta: através de, por meio de, e de hodos: via caminho. Usar um método é seguir regular e ordenadamente um caminho através do qual certa finalidade ou certo objetivo é alcançado. No caso do conhecimento, é o caminho ordenado que o pensamento segue por meio de um conjunto de regras e procedimentos racionais, com três finalidades:

    1. conduzir à descoberta de uma verdade até então desconhecida;

    2. permitir a demonstração e a prova de uma verdade já conhecida;

    3. permitir a verificação de conhecimentos para averiguar se são ou não verdadeiros.

    O método é, portanto, um instrumento racional para adquirir, demonstrar ou verificar conhecimentos.
    Compartilhamos o instinto e o hábito com os animais. O instinto, por exemplo, nos leva automaticamente a contrair a pupila quando nossos olhos estão muito expostos à luz e a dilatá-la quando estamos na escuridão; leva-nos a afastar rapidamente a mão de uma superfície muito quente que possa queimar-nos.
    O instinto é inato. Ao contrário, o hábito é adquirido, mas, como o instinto, tende a realizar-se automaticamente. Por exemplo, quem adquire o hábito de dirigir um veículo, muda as marchas, pisa na embreagem, no acelerador ou no freio sem precisar pensar nessas operações; quem aprende a patinar ou a nadar, realiza maquinalmente os gestos necessários, depois de adquiri-los.

    Instinto e hábito são formas de comportamento cujas principais características são serem especializados ou específicos: a abelha sabe fazer a colméia, mas é incapaz de fazer o ninho; o joão-de-barro constrói uma “casa”, mas é incapaz de fazer uma colméia; posso aprender a nadar, mas esse hábito não me faz saber andar de bicicleta.

    A primeira característica da atitude filosófica é negativa, isto é, um dizer não ao senso comum, aos pré-conceitos, aos pré-juízos, aos fatos e às idéias da experiência cotidiana, ao que “todo mundo diz e pensa”, ao estabelecido. Assim não podemos nos esquecer que o homem é uma invenção do homem. Quando nascemos, não somos ninguém, não temos nome, não sabemos nada. O que a escola nos ensina, o que o bem social nos ensina, o que nossa experiência nos ensina é que faz nos inventarmos como seres humanos. Por isso acredito que nós que fazemos o conceito realista uma filosofia de vida, devemos realmente Expor nossos pensamentos com firmeza e de forma sucinta e nesse contexto você tem razão Alexandre Greghi justamente para que a mensagem seja bem entendida, mas acredito também que nasceu e está nascendo uma nova mentalidade de ARTISTAS REALISTAS fortes e conscientes e um grande público nesse intuito; buscando compreender esse fenômeno do REALISMO.
    Um grande abraço a todos

  9. Iago Marlon disse:

    Isso mostra a capacidade que o ser humano tem….
    Aprecio desenhos e artbooks books, e esses ai são incriveis…
    alguns confundi com foto.
    Mas só o realismo em si, não é tudo tem que ter expessão e sentimento.
    Nesse ponto gosto da arte realista combinada com a fantasia.

  10. admin disse:

    Admiro este tipo de arte pela técnica. Mas se tivesse tal técnica aplicaria em coisas mais estilizadas. Como me disse um mestre que tive em arte: “Se representar tudo na arte não deixa nada para a imaginação”

    [ ]s

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